at 02:05



Quinta-feira, Junho 03, 2004

Indiano preferido

Já tenho o meu indiano preferido. Chama-se Santin Ralmad e trabalha de Terça a Domingo, entre as 20 da noite e as 4 da manhã, na zona de Santos, em Lisboa. Para além de ser um acrobata com o patinho que deita a língua de fora e de importar as melhores peças de joalharia de plástico do mercado, este especialista floral ainda me vende 5 rosas por apenas 1 euro e 20 cêntimos. E mais! Se eu juntamente com as flores levar também o divertido patinho, Satin vende-me todo o conjunto por apenas mais um euro e é diversão garantida para o resto da noite.
Mas o que o cidadão comum desconhece, é que se simultaneamente com o patinho e com as 5 rosas eu comprar uma tiara de luzes intermitentes já com pilha incluída, o pacote custa-me apenas 2 euros a mais. A soma perfaz o valor de 4,20 euros, mas Santin, para facilitar as coisas, até me arredonda o valor total e vende tudo por somente 5 euros.
Por fim, ainda participo num sorteio, habilitando-me a ganhar um jantar gratuito em casa dos Ralmads onde será servido um fabuloso caril de gambas acompanhado pelo delicioso arroz basmati.
Santin é o meu indiano preferido. E tu? Já tens o teu?JM

permanent link | at 12:57



Sonho estúpido

Ontem à noite tive o pior sonho da minha vida. Devo confessar que tenho muita dificuldade em defini-lo. Foi um pesadelo pois era secante, porém quiçá agradável pois foi passado com uma faneca.
Começava com uma conversa agradável, eu conversava com ela, ela conversava comigo. A seguir fomos tomar a bica. Tomamos a bica e conversamos. Após agradável cavaqueira fomos passear no meu chaço. Íamos para Sintra (que romântico) e não parávamos de falar. Voltamos, falamos e fui pô-la a casa, não aconteceu mais nada pois acordei. Pergunto eu: que merda de sonho é este onde se fala, fala, fala e não há sexo? O truca truca ah? Que serve ter um sonho de 6 horas, onde só se fala e molhar o pão, nada? Ainda se fossem 6 horas “non-stop” de cópula ardente… mas não. Prosa e mais prosa, já parecia o programa do Baptista Bastos. O Meu Deus, não me concede nem 5 minutos de prazer carnal virtual? Que fiz eu para merecer tal castigo… TP

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Quarta-feira, Junho 02, 2004

Why me?

Voltei a tropeçar no anti-derrapante do chuveiro. Estou aborrecido. JM

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Comentairos e Nuno Rogeiro

Desde a inauguração do nosso sistema de comentários que temos a seguinte frase para quando há apenas 1 comentário: "Criamos um verdadeiro Nuno Rogério!"
Ficamos tristes por saber que os leitores deste blog ou são gente desinteressada, ou são do Benfica ou são desatentos como nós.
Perdoamos a perspicácia daqueles que pensaram tratar-se de um amigo pessoal denominado: Nuno Rogério.
Acho que isto justifica o reduzido número de comentairos.JM

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Terça-feira, Junho 01, 2004

Zé Lú is a kind man to the portuguese

Estou certo que os leitores já receberam na sua caixa de correio, a carta do ministro-adjunto do primeiro-ministro, José Luís Arnaut. Esta carta dirige-se a todos os portugueses que não sabem o que é civismo. Alerta o povo português para a proximidade do Euro 2004 (para quem não sabe vai-se realizar num país à beira mar plantado). Como não faço a mais pequena ideia se este senhor é doutor, engenheiro, professor ou mestre vou chamar-lhe Zé Lú.
Senhor Zé Lú: gostava de acrescentar alguns pontos ao seu documento:
 Não tirar “monkeys” do nariz enquanto nos encontramos parados num semáforo. A estrangeirada é capaz de não achar piada
 Não cuspir para o chão
 Não apelidar os ingleses de “bifes”
 Não apelidar as inglesas de “bifas”
 No meu meio duma rixa com “hooligans”, levem porrada, desta forma mostramos ao resto do mundo que recebemos os estrangeiros de braços abertos
 Não chamar filho da puta ao árbitro durante um jogo. Sei que é difícil mas podem-se vingar nos espanhóis!
 Não utilizar a palavra “máfia” perto dos italianos
 Não ajeitar o “Zé” durante um jogo. Dá mau aspecto
 Caso queiram tirar a cera dos ouvidos com a chave do carro, não o façam perto de um estádio.
 Não utilizem petardos no estádio a não ser que seja para acertar na careca do Zidane

PS: Seja hospitaleiro. Sempre que vir um francês, acerte-lhe com um “croissant” na cabeça. TP

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Segunda-feira, Maio 31, 2004

XUTOS 4 EVER

O comentador da SIC Radical para bandas com mais 20 anos de carreira e um número de fãs superior a 11, ao ser questionado sobre a prestação de Xutos e Pontapés no Rock In Rio, respondeu categoricamente “Xutos são sempre Xutos!”.Tanto para mim, como penso que para os restantes fãs da banda, esta declaração foi causadora de um enorme alívio.
De facto, corriam rumores de que os Xutos às vezes não eram os Xutos e andavam pelas traseiras da Paróquia de Benfica, a beber Um bongo, a fumar Marlboro Light e a tocar os seus maiores hits em versão eclesiástica: “Capelinha”, “Homem da Cruz”, “Ave Maria” e “Não sou o ateu”. Chegou-se inclusive a falar da eventual mudança do nome da banda para “Carícias e Meiguices”.
Graças a Deus que já nos esclareceram devidamente: "Xutos são sempre Xutos!"JM

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Domingo, Maio 30, 2004

Je suis émigrant

- Jean Pierrrrrre! Rien, Rien!
- Anhe?
- Jean Pierre, rien, porra !
- O quê ?
- F...-se ! Jean Pierre, cara... ! se não te pões a nadar parto-te os cornos! Que macaco aquele!
Foi durante um dia quente de praia, que escutei tão belo dialogo, entre uma mãe (emigrante) e o seu rebento, o Jean Pierre. O jean estava tentar nadar no “mer”, porém parecia um “chien”. A mãezinha, resolveu chama-lo à atenção e daí surgiu o esplendoroso “Rien, Rien” (nada, nada). Infelizmente, o jean não percebia um cú da língua de Dumas, então a “Maman” resolveu tomar medidas mais drásticas. Utilizou um português directo, sem papas na língua. Escusado será dizer que o Jean Pierre parecia o Ian Thorpe após tão calorosa chamada de atenção.
Não há nada melhor numa praia do que uma cambada de emigrantes que julgam falar francês. O Mário Soares põe qualquer “emigras” a um canto! o Marinho, não possui pronuncia francesa mas ao menos a gramática está toda lá, já não se pode dizer o mesmo de um emigrante…
Qualquer emigrante português que venha de “Francia”, exibe um veiculo “puissant”! Quem nunca viu na A2, um Renault Safrane carregado de tralha até ao tejadilho?
O “voiture” emigrante é portador de pala anti-sol, que se encontra no vidro traseiro. Os desenhos incluem: a bandeira portuguesa ,um grande leão e uma grande prancha de windsurf.
É fácil identificar um carro de um emigrante, é só olhar para a frente do veículo. Ferradura na grelha é elemento que não engana (tipo algodão) no carro de qualquer Didier Antunes que se preze. Outro exemplo de dianteira à emigrante, é a parte da frente dos Rover 25 (os emigrantes gostam de grelhas), ou de um jaguar antigo. Se olharmos para a traseira, deparamo-nos com um grande "spoiler", para cortar o “vent” durante o percurso Nice-Olhão. É importante não esquecer o fio anti estático, que protege os passageiros durante as viagens longas, o galhardete do Sport Lisboa e Benfica no retrovisor e por último o cãozinho, cuja “tête” balança durante a “voyage”.

P.S: je eme bocú, lê fame, párce que, elles onte vájan ! :D
TP

permanent link | at 04:38



Imperdível

O Araras Raras recomenda o espectáculo das Tucanas, às 15 horas do dia 6, na tenda raízes do Rock in Rio! Nesse dia... é tudo!

permanent link | at 01:59



Espaço sério, sobre coisas sérias, por tipos sérios, para pessoas palermas, ou não. Para comentários sérios: duraobarroso@cherne.pt Para elogios rasgados: ararasraras@sapo.pt Sustentado por João Manzarra, Tiago Perdigão e pela Associação Sal

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Comentário ao post:
A Excitação do Euro (parte3)
"O menino mete o Quinas numa chanata!!"
by Freddy

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